16.12.09

Internet será front de batalhas do futuro

 
Assuntos relacionados à ciberguerra foram evitados na primeira visita oficial do presidente americano Barack Obama à China, onde se reuniu com o presidente Hu Jintao no dia 17 de novembro de 2009.

Vinte anos após a queda do Muro de Berlim e o fim da Guerra Fria, delineia-se um novo cenário de tensão geopolítica, baseado em estratégias de defesa e ataque via internet.

Pelo menos três ciberataques a governos foram identificados nos últimos dois anos:

  • Abril e maio de 2007: hackers invadem sites comerciais e governamentais da Estônia, país que faz fronteira com a Rússia, bloqueando o acesso dos usuários.
  • Agosto de 2008: durante os conflitos separatistas ocorridos na região da Geórgia e da Ossétia do Sul, sites do governo da Geórgia foram bloqueados por nacionalistas russos.
  • 4 de julho de 2009: no feriado de Independência dos Estados Unidos, sites do governo americano e de empresas, incluindo as páginas da Casa Branca e da Bolsa de Valores de Nova York, também foram derrubados. Uma semana depois, a ação atingiu a Coreia do Sul. Ambos os ataques teriam partido da Coreia do Norte. 
Os Estados Unidos se preparam para um ciberataque terrorista desde os atentados de 11 de Setembro de 2001. Diferente de cibercrimes comuns, o ciberterrorismo possui objetivos políticos, religiosos ou ideológicos que provocam a morte de civis. A invasão de sistemas computadorizados poderia, por exemplo, causar apagões, como os ocorridos no Brasil. 

14.12.09

"A mídia coloca o CO2 como vilão, como um poluente, e não é"


 


Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion assegura que o homem e suas emissões na atmosfera são incapazes de causar um aquecimento global. Ele também diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra vai esfriar nos próximos 22 anos

Em entrevista ao UOL, Molion foi irônico ao ser questionado sobre uma possível ida a Copenhague: “perder meu tempo?” Segundo ele, somente o Brasil, dentre os países emergentes, dá importância à conferência da ONU. O metereologista defende que a discussão deixou de ser científica para se tornar política e econômica, e que as potências mundiais estariam preocupadas em frear a evolução dos países em desenvolvimento.

Clique aqui e leia esta entrevista publicada no UOL.


Por Carlos Madeiro. 

Charge do Dia